Nós e você. Já somos dois gritando.


Assunto: Favelização

O crescimento desordenado de favelas tornou-se uma das maiores preocupações do carioca. Além de apontarem para o aumento da pobreza e das distorções sociais na cidade, as construções que avançam por encostas contribuem para a degradação ambiental. Recentemente, duas questões relacionadas ao tema mereceram a atenção dos internautas. Um deles é o polêmico projeto de murar favelas para conter sua expansão, dificultar a fuga de traficantes pela mata e proteger a cobertura vegetal. Outro está ligado ao crescimento vertical das comunidades, com as edificações sobre lajes.

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Exibindo 3 de 4 matérias.

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Ecolimites ignorados

Sem fiscalização, barreiras instaladas no início da década não impedem crescimento de favelas em áreas de proteção ambiental

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  • Wiki Mapa busca inclusão da favela no contorno da cidade.
  • Obras de melhorias do PAC modificam a paisagem no Alemão.
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  • Prefeitura derruba Minhocão da Rocinha que tinha dois andares e 24 apartamentos.
  • Dona do Minhocão da Rocinha protesta durante operação da Prefeitura.

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576 comentários





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Mrenno, 07/02/2010 14:49

É evidente o crescimento da "comunidade" no subida da rua Alice em Laranjeiras. Já enviei diversos e-mails para a Prefeitura que após diversas ignoradas, me encaminhou o e-mail do subprefeito. O que ele fez? Ignorou completamente. De onde moro, vejo diariamente o crescimento dessa favela e também consigo ver que o "Pereirão" também não para de crescer, pois já consigo avistar algumas casas que antes não conseguia. Até quando?

marcello tournillon ramos, 06/02/2010 21:10

moro, atualmente , em frente ao mar de sao conrado. já denunciei o avanço da "comunidade" do vidigal em direção ao nosso bairro à leste. à sul temos o oceano, nem sempre limpo. à oeste a Barra, sempre congestionada de veículos. Ao norte o maciço da Tijuca, que a partir do final da rocinha até a pedra da gávea estava como Cabral(o navegador encontrou).Faz algum tempo percebi uma luz as 5 da manhã que pareceu-me um OVNI, até fotografei. Hoje vejo LUZES NA MATA!!!, Tal qual anteriormente se via no início da rocinha. CREIO QUE O QUE PRECISAMOS VER É O CHOQUE DE VERGONHA NA CARA DAS AUTORIDADES!!!!! JÁ!

justine, 05/02/2010 12:04

Av Brigadeiro Trompwski, altura do CR S. Cistovao, o que era um ponto de onibus, na entrada da Ilha do Governador, virou uma favela em cima da calçada, com duas montanhas de lixo podre, vazemento de esgoto e construções e comercio irregular bem no meio da calçada. Não exite uma lei que proibe de se construir favela no meio de uma calcada? Existe Lei nessa cidade? Pessoas podem fazer o que quiser e entendem em qualquer lugar no Rio de Janeiro sem respeito pela cidade e pelo patrimonio publico? Onde esta´a Lei?

Eriberto, 01/02/2010 21:35

Até quando os moradores do Rio Comprido ficarão refém dos tiroteios vindos do Turano e São Carlos????????? Quando teremos UPP por aqui Governador????????

Eduardo, 28/01/2010 16:31

Sobre o plano diretor: o mais assustador é não ter a palavra "PROIBIDO" nos itens envolvendo áreas de preservação ambiental, ou com torres de energia elétrica, como no caso do Parque Nacional da Tijuca. Também não há punições, caso existisse a "proibição", para os infratores. É preciso muita propaganda por nossa parte, pois a imprensa não divulga isso!

Eduardo, 28/01/2010 16:02

Pessoal, a fim de trocar experiências, quem alguma vez denunciou as queimadas ocorridas nos morros da Tijuca? O que e como fizeram, e o que obtiveram como resposta? Vamos nos comunicar! Sds.

geraldo penteado, 27/01/2010 19:57

Quanto mais fico velho, mais acredito em que o subdesenvolvimento é perpetuado na CABEÇA das pessoas que formam tais sociedades, sejam da elite ou do povão: o fato do Rio de Janeiro ter gerado gente como Edson Santos, Benedita de Silva e Jorge Bittar é bastante revelador. São pessoas que têm parâmetros de civilidade e moral muito - mas muito mesmo - baixos. Que se contentam como muito - mas muito mesmo - pouco. Acham a existência, e a sua expansão para muito além do razoável, de uma favela uma coisa normal. E vamos em frente. O fato de gente como essa ter poder na nossa sociedade é outra demonstração categórica de nosso subdesenvolvimento mental. Algumas nações produziram Churchills, Roosevelts, Ghandis, De Gaulles. Nosso estado engendrou gente como o trio acima. Em outras palavras, estamos ferrados. Será que não teremos ninguém que neutralize o enorme poder destruidor desse pessoal?

Asturia, 26/01/2010 21:24

Temos que nos mobilizar para a situação do Rio não piorar,principalmente em alguns bairros a concentração de ocupaçoes irregulares está assustando se observarem da Rua Conde de Bonfim para o sentido dos morros é impressionante como avançam pela mata.E com isso tudo que desce de lá vem para o asfalto e em dias de temporal as ruas ficam totalmente alagadas,imenso prejuízo para a população e também se concentram esconderijos de marginais que estão matando demais pela cidade.E o perigo é para todos.

João Cabeza, 26/01/2010 14:18

Prezado Eduardo, Em resposta a sua informação de 25/01, lhe digo que mesmo que deixemos nossas sugestões no site da camara, nada saira disso. Eu morador de Vargem Pequena vejo a Camara e os Prefeitos discutirem o antigo PEU das Vargens há duas decadas sem solução. De repente se aprovou um PEU as presas, em menos de 2 meses diferente de tudo o que vinha sendo discutido ate então,que não leva em consideração a opinião da população local, ou seu tipo de moradia, não privilegia essa população que não tem direito a legalização do imovel em que vive por vezes unico imovel, e que paga IPTU a anos sem que nada seja feito com esses recursos, em prol da localidade. Em contrapartida lucram os investidores, Politicos, incorporadoras e construtoras que se favorecem com a autorização para predios em local onde o cidadão não pode legalizar uma simples casa. Essa e a nossa politica.

justine, 26/01/2010 11:37

A favela é um lugar sem lei. Os favelados ( a maioria vem do no nordeste ) Joga lixo pelos becos, colacam som de um tal de porno forró lá nas alturas, não respeitam seu proprios vizinhos, fazem comercio a vontade de tudo , não pagam impostos e muitos ganham bastante dinheiro com isso e trazem mais parentes lá do nordeste para fazer mais sujeira, mais barraco em cima das lajes, mais lixo jogado nas encostas. E por fim os cariocas levam fama de porcos. Não é preconceito. Estou falando do que vejo. E só entrar numa favela as sextas feiras e final de semana para comprovar o que eu digo. Acho que deveriam ser cobrados impostos deles como todo mundo, IPTU. TAXA DE LIXO, TAXA DE ILUMINAÇÃO, E DEVERIAM SER CADASTRADO. nAO PAGOU PERDE A CASA

Eduardo, 25/01/2010 22:07

Pessoal, POR FAVOR, está em andamento na câmara dos vereadores o plano diretor do município do RJ. E o que está sendo discutido nesse momento é exatamente a ocupação do nosso solo. ENTREM NO SITE DA CÂMARA E LEIAM O PLANO, E , PRINCIPALMENTE, DEEM SUAS SUGESTÕES!!!!!! Pois esse é o momento. O plano só será revisto no próximo decênio!!!!!!!!!! VAMOS LÁ!!!

Ivone Hermenegildo, 25/01/2010 14:52

Ontem vi numa reportagem da TV Globo em que o presidente da associação de moradores da Favela Dona Marta, todo satisfeito dizendo que a procura para compra e aluguel de imóveis na favela cresceu muito depois da ocupação da PM. Dizia ele que no momento não existia nenhum imóvel para venda nem aluguel. Gente pelo amor de Deus os favelados estão lucrando as nossas custas, já não basta que pagamos suas contas de luz, água e IPTU. Quem está lá não poderia mudar de casa, nem mesmo para outra dentro da mesma favela e não poderia ser permetida entrada de moradores novos. Isso nunca vai acabar. Só o cidadão que cumpre em dia com suas obrigações não tem vez.

Bruno maciel, 24/01/2010 19:39

Favela é algo que não deveria existir e ponto final . Não adianta vir com esses programas sociais e maquiar o local . Sou a favor da remoção completa, mas bem sei que é vitualmente impossível remover todas. Não só pela questão do dinheiro insuficiente , como também pelos vereadores que precisam dos favelados para se elegerem . Você consegue imaginar a Lagoa hoje com a favela que existia no atual Parque da Catacumba? Ou a que ficava ali no túnel do Pasmado em Botafogo? Dói no coração ao ver as favelas crescendo no entorno do Parque da Tijuca : o Serro Corá no Cosme Velho , na rua Alice em Laranjeiras , no Sumaré ...crescem e a mata é derrubada .Até quando? Fiquei muito feliz em saber que a favela que fica no cemitério São João Batista será removida . Não votei no Eduardo Paes , mas se ele continuar assim ganhará meu voto e de muitos que conheço na próxima eleição .

geraldo penteado, 21/01/2010 17:31

JORGE BITTAR: qual o resultado do seu AMPLO ESTUDO sobre a favela do Horto? O Rio de Janeiro não aguenta mais de expectativa. Deve sair daí uma verdadeira obra-prima. EDUARDO PAES: será que o sr. pode nos adiantar algo? É que a ansiedade por tal produção intelectual não deixa a gente dormir.

Regina Lemgruber, 21/01/2010 12:11

Será que é tão difícil não deixar uma favela proliferar-se ? Ou é mesmo falta de vontade por parte das autoridades em fiscalizar com seriedade ? É um festival de incompetências e cada governante que entra não faz absolutamente nada para mudar essa situação deixando que a Cidade do Rio de Janeiro fique cada vez menos Maravilhosa pois num futuro bem próximo nossos morros não terão mais nenhuma vegetação ou alguma paisagem para admirar. Só os estrangeiros que acham lindo visitar favelas e ficam encantados ! Por que depois de "apreciar" a vista lá de cima eles voltam para suas casas e ficam com as fotos como recordação. Será que eles também "apreciam" a falta de saneamento básico, o lixo acumulado, as doenças causadas pelos ratos, as inundações quando chove, e o desmatamento da Mata Atlântica ?

maria, 20/01/2010 13:03

Destroe-se a mata atlantica, a única coisa que nós da zona norte poderíamos ter p/ nos refrescar desse calor infernal. Constroem prédios p/ alugar p/ ong's fajutas e gringos, etc. e ninguém mexe com a rocinha. nem a polícia entra lá. sabe pq? zona nobre, algum rico pode levar um tiro. então... danem -se os cariocas nasciods aqui, estamos sofrendo. chega de imigração! chega de paternalismo a favelados, pois há mtos q moram "no asfalto" q estão em situação de perderem seus imóveis por ñ poderem arcar c/ condomínios, IPTU's atrasados. Desempregados, doentes, sem ong's q nos ajudem. chega de hipocrisia! fora políticos e estrangeiros demagogos!

maria, 20/01/2010 12:56

Hoje, morar em favela deixou de ser coisa de pobre. Os gringos, como todos devem saber, estão investindo pesado na rocinha e no vidigal - tem um alemão lá q comprou todos os imóveis, principalmente c/ vista mar. É mto abuso morar agora, com proteção da PM, continuar sem pagar água, luz, IPTU. Esperem p/ ver qtos imigrantes virão, nordestinos principalmente. O Rio pede socorro, ñ dá pra vir mais ninguém para cá. Continuaremos a pagar a conta por eles. É um absurdo.

Arek, 20/01/2010 10:52

Infelizmente acontece numa Rio uma valorização da favela, com projetos procurando melhorar o que na verdade não deveria nem existir. Com isso, a imagem ingenua de cidade maravilhosa de gente boa, esconde na verdade uma decadencia na qual o Rio entrou e poucos veem. vamos chegar ao ponto onde viver em favelas vai ser um 'must' ao inves de ser encarado como um processo que deveria interrompido, ao inves de valorizado.

geraldo penteado, 20/01/2010 09:54

Sr Jorge Bittar: o sr já acabou o 'amplo estudo' para remover a favela do Horto? Enquanto o sr faz seu 'amplo estudo', a favela continua a fazer uma 'ampla expansão'! Eduardo Paes, remova o sr Bittar, pelo bem do Rio de Janeiro!

Maria Helena, 20/01/2010 08:58

Dentro de alguns anos não. O Rio já é uma favela com uma cidade no meio. Pode-se dar ao Rio o nada honroso e triste título de a primeitae e única "Favelópolis" do mundo.

marli moraes, 20/01/2010 07:29

Os danos ambientais provocados pelo intenso desmatamento para a construção de favelas, são irreversíveis e nós cariocas sentimos essa diferença agora, o impacto foi catastrófico. Fauna e flora locais foram vencidos pela demagogia dos políticos de outras épocas, o populismo,sempre irresponsável, nos levou a esse caos.

antonio veronese, 20/01/2010 05:19

leis de taliban, são um escárnio à Justiça e uma afronta aos direitos de brasileiros pobres que, da mesma forma que os moradores do asfalto, trabalham e pagam impostos embutidos em cada litro de leite que consomem. Retirá-los desta condição sub-humana deveria ser impositivo ao orçamento público, e a ladainha da falta de recursos mascara, na verdade, a indigência de coragem e de determinação política, anestesiando na sociedade o debate de um tema crucial. Defender a jurisdição civil da favela é contribuir para a perpetuação do paradigma, apontado por Joel Rufino, “da competência das elites brasileiras em manter a dominação…” A mudança dessa mentalidade pode ser o primeiro passo para um novo tempo onde sejam respeitados o patrimônio urbano, a ecologia e, principalmente, o direito constitucional que todos têm de morar com dignidade. antonio veronese (www.antonioveronese.blog.com)

antonio veronese, 20/01/2010 05:18

drogas , a indigna submissão ao estado paralelo que produz situações como a do último fim de semana, quando uma parturiente teve que dar seu filho à luz no meio da rua, pois o acesso da ambulância foi negado pelo xerife do morro . Nessas comunidades infectadas pelo crime organizado, vivencia-se a tensão crônicamente, o que faz que 61% de suas crianças, de acordo com estudo da Pediatria do Miguel Couto, padeçam de doenças psico-somáticas relacionadas ao medo. Quem conhece as nossas fazendas de produção de leite sabe que hoje, no Brasil, o gado leiteiro vive com mais higiene e facilidades do que os moradores de algumas de nossas favelas, sendo oportuna a citação de Bloch de que “…a massa de pessoas reduzida a gado humano é um dos mais fiáveis indicadores de não-civilização”. As favelas cariocas, esses estados paralelos com jurisdição e soberanias distintas, com exércitos próprios e leis de

antonio veronese, 20/01/2010 05:17

maximizar suas potencialidades turísticas, aproveita a todos os cariocas sem exceção. Além disso, a retórica simplista do “direito da favela de existir” favorece à crônica omissão do Estado brasileiro em assegurar a todos um direito que é constitucional, qual seja, o de morar com dignidade! Este sim um valor que deveria ser objeto da defesa intransigente dos patrulheiros de plantão. Quem conhece o interior de uma favela, (eu trabalhei com meninos favelados por 16 anos), sabe o que significa morar ali: falta de saneamento básico, maior incidência de doenças infecto-contagiosas, coleta de lixo inadequada ou inexistente, promiscuidade, dificuldade de acesso para os idosos e as crianças, riscos de desabamentos e catástrofes anunciadas nos períodos das grandes chuvas… Não bastasse esse rosário de penas, há ainda o martírio diário da convivência com a violência entrincheirada do tráfico de dro

antonio veronese, 20/01/2010 05:16

do “direito da favela de existir”.. Sabe-se que a imensa maioria dos moradores de favelas é gente honesta e trabalhadora, empregada na própria região. Habitam a favela por absoluta falta de alternativa. No entanto, o ingênuo fatalismo que se socorre dessa realidade para defender a preservação! das favelas, (e que conta com apoio de respeitáveis personalidades da sociedade e cultura cariocas!) acabou por desencadear um processo de septicemia do espaço urbano que está destruindo o Rio e, por conseqüência, sua capacidade de seduzir e atrair turismo. Turismo, ressalte-se, que dá emprego e gera impostos que sustentam os investimentos sociais de que são mais carentes, justamente, os moradores de favelas. A área urbana que interessa ao turismo no Rio é, por conseqüência , um extraordinário patrimônio que pertence a toda a sociedade e cuja preservação, e correta exploração no sentido de maximiza

antonio veronese, 20/01/2010 05:15

deixaram de ter o status de invasores de um próprio público para assumirem a condição de legítimos proprietários do seu imóvel de residência, com direito a água encanada, esgoto, luz elétrica e titularidade firmada em registro público. A remoção foi feita no interesse Alto Leblon formal, (aquele que paga impostos e que não gosta de ter favela por perto), no interesse da ecologia ( com o replantio de um bosque da Mata Atlântica de luxuriante diversidade que estava sendo destruído) mas , especialmente , no interesse dos próprios moradores da antiga favela que, colocados diante da possibilidade de ganhar uma casa própria, concordaram de pronto em deixar a área invadida. Todos os moradores,sem exceção!! A única reação adversa veio de traficantes instalados no local que, contrariados em seus interesses econômicos, tentaram obstruir a remoção, ora com ameaças, ora recitando a cantilena mesma

antonio veronese, 20/01/2010 05:13

Remoção de Favelas, Direito de Todos “Feio, não é bonito, o morro existe mas pede prá se acabar” Gianfrancesco Guarieri e Carlinhos Lyra É impossível discutir remoção de favelas no Rio de Janeiro sem despertar de pronto o patrulhismo “politicamente correto” dos que defendem os direitos desses guetos contemporâneos. Mas que direitos são esses? Posso falar com alguma experiência pois, em 1992, estive na linha de frente do movimento que removeu a favela do Alto Leblon. Na ocasião a sociedade civil, atuando no hiato da autoridade constituída, mas com inestimável apoio da prefeitura, financiou e executou a remoção de toda uma comunidade precariamente instalada no bosque do Alto Leblon. Contrariando prognósticos dos céticos e ignorando insinuações de detratores de primeira hora, o projeto foi de um êxito completo: duas centenas de pessoas que ali habitavam barracos rústicos e sem direito às

Carlos Nobrega, 19/01/2010 21:58

Favela só é bonito prá turista que vem visitar e volta prá casa. Eu também gostaria de ter uma casa em um local bem alto com vista para o mar, com policiamento, sem tráfico, com água, luz, tv a cabo mas, infelizmente, não é possível. Fui educado a cumprir leis. Não há cálculo atuarial que resista à esta falta de controle de natalidade. O estado, ou seja, nós, os pagadores de impostos, não podemos arcar com os gastos de resolução TEMPORÁRIA de problemas causados pela ineficiência do estado em cumprir o seu papel regulador de defender o interesse geral. Remoção de favelas é uma necessidade evidente. Em que pese a visão poética de lindas letras de samba, a visão oportunista dos políticos e a solidaridade do povo nas repetidas tragédias, definitivamente, morro não é lugar de barracos. Tomara, a tragédia do Haiti não se repita por aqui.

J. Prudente, 19/01/2010 21:08

Com certeza, no que depender de prefeitos e vereadores as favelas vão continuar crescendo.Esses politicos são egoistas, só pensam nas suas carreiras e estão se lixando pra cidade. Há de se pensar numa maneira de tirar da competência da área municipal a responsabilidade pela politica da ocupação do solo. Fora disso nenhuma solução pra esse terrivel problema. De minha parte não voto mais em ninguém. Não adianta nada mas me serve de consolo em não compatuar com esses dismandos.

João cabeza, 19/01/2010 14:46

Em Jacarepagua, na região das Vargens dia a dia surgem novos barracos em novas favelas. Podemos contar em 10 anos pelo menos 30 novas favelas com menos de 500 barracos. Nossos governos nada fazem e so falam em reurbanização e PAC nas favelas. Os moradores dessas comunidades necessitam de habitações de qualidade, e nos que pagamos impostos de remoção das favelas. REMOÇÂO JÀ!!! pois dentro de alguns anos não seremos mais uma cidade cercada de favelas e sim uma favela com uma cidade no meio. Basta de ineficiencia e de bravatas com derrubadas de casas pontuais para aparecer na midia. São necessarias ações de verdade. Acorda Eduardo Paes!!!





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